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"Fiz uma aliança com Deus: que ele não me mande visões, nem sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer, tanto para esta vida quanto para o que há de vir." - Martinho Lutero
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Vegetarianismo: O Mito - Parte I



Palavras de Ellen White:

Temos plenas evidências de que a carne de animais mortos é perigosa.”
Manuscrito 5, 1881.

Não devemos pôr carne diante de nossos filhos. Sua influência é despertar e fortalecer as mais baixas paixões, tendo a tendência de amortecer as faculdades morais.”
Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 262.

Palavras da Bíblia:

E, tomando ele (Jesus) os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, abençoou e partiu os pães, e deu-os aos seus discípulos para que os pusessem diante deles. E repartiu os dois peixes por todos. Marcos 6:41
Então eles apresentaram-lhe (a Jesus ressuscitado) parte de um peixe assado, e um favo de mel; O que ele tomou, e comeu diante deles.” Lucas 24: 42 e 43

(Parênteses e grifos nossos)

O vegetarianismo não tem nada de complicado: A pessoa não gosta de comer carne e prefere alimentar-se apenas de vegetais. Simples assim. Nada mais normal quando discutimos apenas o gosto particular de cada um.


Mas há aqueles que afirmam que ele é imprescindível na vida de todos os seres humanos, principalmente quando o quesito é saúde. Outros, como a autora dos dois primeiros trechos acima; arriscam tudo dizendo até que um simples bife, além de acabar com sua vida, pode levá-lo numa viagem só de ida ao inferno...

Será que eles têm razão? O que a moderna ciência fala sobre o assunto? O vegetarianismo é realmente o “Santo Graal” da saúde ou tudo não passa de um mito?

Porque toda a criatura de Deus é boa, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças. 1 Timóteo 4:4


Seria esse o resumo de tudo o que se fala em matéria de comida, não fosse alguns baterem o pé afirmando que não é bem assim:
Todos têm que sacrificar seus gostos individuais em detrimento de um único e exclusivo “regime alimentar”, pois caso contrário estarão condenados a um mar de doenças e sofrimento sem fim!

Isso sem contar, que ainda existem aqueles que afirmam que nem Jesus Cristo vai salvar os apreciadores de uma bela picanha...

Antes de prosseguirmos demonstrando porque isso tudo está mais para um mito absurdo do que pra uma regra áurea, vamos dar uma repassadinha básica em certos detalhes do mundo biológico:

Nós; seres humanos, somos apenas uma ridícula e insignificante porção da biodiversidade. Somos tão ridículos que só há uma única espécie do gênero Homo.

Mas apesar de sermos ridiculamente insignificantes, a batalha pela vida demonstrou que somos mais do que vencedores, dados todos esses anos em que o Homo sapiens anda por aí.
Se algo contribuiu para isso foi a nossa dieta onívora - comemos qualquer coisa, ou quase. Antes, éramos caçadores-coletores, isto é, vivíamos exclusivamente da caça e da coleta de víveres que estavam facilmente ao alcance das mãos. Isso perdurou até que começamos a praticar a agricultura.

Nosso cérebro era pequeno e não muito bom para formar o que poderíamos chamar de civilização tecnológica (falamos em “tecnologia” como o conhecimento de usar ferramentas, mesmo as mais rudimentares).

Alguma coisa fez a diferença, e essa diferença foi à ingestão de proteínas de origem animal.


Esse é o ponto que deixa os vegetarianos estarrecidos, daí eles arreganham a boca e exclamam: “NÃOOOOOOO!!! Mas, as plantas também produzem proteínas...”
Vegetarianos, como costumam ser os religiosos mais fanáticos fervorosos; não lêem nada que vá contra sua opinião pré-concebida e preconceituosa, isto é, eles costumam não entender bulhufas de bioquímica.

Façam um teste: peguem um livro de bioquímica e tomem um capítulo. Escolham um vegetariano e peça para ele explicar, digamos, o Ciclo de Krebbs.

Se você estiver num debate on-line, o co-debatedor correrá pro Google, acessará a Wikipédia e dará copy/paste. Peça para ele explicar o que está escrito ali. Ele não saberá de jeito nenhum... No máximo, ficará dando voltas e mais voltas, repetindo aquelas mesmas velhas falácias; naquela típica argumentação circular sem fim...

Mas vamos lá; a maioria das plantas sintetizam seu próprio alimento através da fotossíntese, como qualquer criança de Ensino Fundamental sabe. Mas é um processo muito complexo.


A planta sintetiza também proteínas – que nada mais são do que a junção de vários aminoácidos – além de enzimas que possibilitam muitas reações químicas no organismo (às vezes elas participam da reação, às vezes só agem como catalisadores, acelerando a reação).

Os animais sintetizam proteínas de forma diferente. Eles montam e desmontam proteínas, absorvem e reciclam os nutrientes absorvidos, até produzirem as proteínas necessárias ao seu funcionamento.

Os animais não produzem todas as proteínas igualmente. Alguns animais produzem uma determinada proteína, outros não. Por causa disso, e de nossa dieta onívora, os seres humanos que desenvolveram a capacidade de metabolizar quase todos os tipos de proteínas tiveram melhor chance na corrida pela vida, pois a população que apresentou esta capacidade ficou em vantagem nos tempos de escassez.

Assim, o que REALMENTE interessa aos animais são os aminoácidos provenientes das proteínas, pois eles serão usados para suprir o organismo de forma que o metabolismo faça a síntese do que for necessário.


Dessa forma, o que importa não é a proteína em si e sim de quais aminoácidos ela é constituída.

Um detalhezinho que os religiosos fanáticos Pró-Whiteanos – também conhecidos como “Talibãs da carne de soja” – não sabem (ou não querem saber), é que as proteínas animais são mais facilmente metabolizadas do que as proteínas vegetais, pois as proteínas vegetais são formadas por outros aminoácidos que seriam necessários para o nosso organismo, mas não todos.


Se determinados aminoácidos estiverem presentes, não servirão, pois cada proteína é formada por uma série de aminoácidos característicos. E eu ainda nem entrei na questão das vitaminas e complexos vitamínicos. Logo, não basta ser proteína, tem que ser formada pelos aminoácidos certos.


O que isso significa? Significa que bioquimicamente, não há sentido em ser “apenas” (notem o “apenas”) vegetariano. Basta considerar que nem todas as proteínas vegetais possuem os aminoácidos que nós, seres humanos, precisamos.




De onde iríamos conseguir estes aminoácidos? Comprando na internet? Legal, tudo bem, hoje é fácil assim; mas há 20 anos era difícil, há 50 anos era praticamente impossível e de 100 anos para trás era COMPLETAMENTE impossível!


Mas… Mas… Mas, e os estudos que dizem que as carnes fazem mal? A resposta é simples: Não; elas não fazem...
As carnes, enquanto fontes de proteína, não fazem mal; o que faz mal na verdade, são as taxas de gordura associadas a ela! Escolhendo carnes mais magras, o problema praticamente desaparece.
E aí pulamos para outro ponto que põe em xeque o vegetarianismo:

A desonestidade.

Livros e sites que propagam essa crença omitem certas informações aos seus adeptos... Costumam tecer comparações entre as dietas onívoras e as vegetarianas, dando (é claro) vantagem para a dieta vegetariana.
O que eles “esquecem” de mencionar é que comparam uma dieta onívora desbalanceada com uma dieta vegetariana balanceada (que inclui uma pá de suplementos é obvio...).


Trapaça pouca é bobagem!


“Esquecem” também de mencionar que, embora os vegetais também apresentem proteínas, a maior parte da planta é composta por celulose, um carboidrato (e não proteína) que não é absorvido pelo organismo humano; se fosse, você poderia comer capim a vontade, mas sabemos que não é assim que a banda toca. 

Por certo, nem mesmo o sistema digestório de animais herbívoros, como o dos coitadinhos dos boizinhos lindos, estão completamente adaptados para isso.


O que eles têm que nós não temos são micro-organismos que atacam a celulose, quebrando-a em moléculas menores que podem ser absorvida pelo organismo dos distintos herbívoros.

No caso dos humanos; digerimos a sacarose e o amido (dois outros exemplos de carboidratos) porque eles são “quebrados” em partes menores.



Nossa saliva contém uma enzima camada amilase, responsável por quebrar o amido em unidades menores, facilitando sua absorção.


No tocante à proteína animal, o fato é que sua ingestão nos propiciou o desenvolvimento do encéfalo (link em inglês). Um exemplo incisivo, de como sua ingestão afeta diretamente o desenvolvimento humano; é que houve um aumento de estatura considerável no povo japonês depois da Segunda Grande Guerra.

Com a chegada de norte-americanos nas ilhas do Pacífico, começou a haver uma mudança de hábitos alimentares, com a introdução de mais proteína animal na dieta dos que lá viviam. Isso acarretou um aumento na estatura média do povo japonês .

Se a carne fosse nociva, tal desenvolvimento não seria observado, ou seria em menor grau. Em uma reportagem da revista Época (edição de 24 de agosto de 1998), é demonstrado como os tanques japoneses possuíam cabines pequenas, adequadas à estatua média do soldado japonês. Atualmente, entrar numa cabine assim é muito, muito complicado para um adulto.
Ainda no tocante à população japonesa, estudos sugerem que o consumo de proteínas animais – em comparação com os povos ocidentais – não está relacionada com casos de Acidente Vascular Cerebral ou infartos. Credita-se então à ingestão de altas percentagens de gordura animal e colesterol. Fica claro que o problema não é a carne em si, e sim a gordura...

Ao lermos sobre os efeitos de uma alimentação pobre em proteínas, encontramos um artigo que relata (grifos nossos):
"A suplementação, com proteínas, de uma dieta na qual esse nutriente era deficiente, tanto em quantidade quanto em qualidade, levou a resultados diversos, dependendo da qualidade da proteína usada na suplementação."


"Quando se suplementou a dieta carente com uma proteína de baixa qualidade (de origem vegetal), os efeitos sobre a DA [depressão alastrante da atividade elétrica cerebral] não foram revertidos. A reversão só foi conseguida quando a proteína usada na suplementação era a caseína, a proteína animal de excelência para os mamíferos. Com base nessas observações pode-se concluir que os efeitos da desnutrição no início da vida sobre o desenvolvimento e as funções cerebrais não podem ser completamente evitados, se a alimentação deficiente for suplementada apenas com proteínas de baixo valor biológico, isto é, de baixa qualidade, definida pela falta de alguns aminoácidos essenciais."

Guedes, Rubem Carlos Araújo, Rocha-de-Melo, Ana Paula Rocha-de-Melo e Teodósio, Naíde Regueira Teodósio – NUTRIÇÃO ADEQUADA: A BASE DO FUNCIONAMENTO CEREBRAL, Ciência e Cultura vol.56 no.1 São Paulo Jan./Mar. 2004

Numa tentativa de refutar a realidade demonstrada no trecho acima, os defensores do vegetarianismo, costumam usar o artigo da American Dietetics Association como prova que a dieta vegetariana é mais saudável.


Ou eles não sabem ler inglês, não sabem usar o Google translator ou são carentes de honestidade (o mais provável é uma soma dos três). O abstract (resumo) do artigo começa com:

It is the position of the American Dietetic Association and Dietitians of Canada that appropriately planned vegetarian diets are healthful, nutritionally adequate, and provide health benefits in the prevention and treatment of certain diseases. Approximately 2.5% of adults in the United States and 4% of adults in Canada follow vegetarian diets. A vegetarian diet is defined as one that does not include meat, fish, or fowl. Interest in vegetarianism appears to be increasing, with many restaurants and college foodservices offering vegetarian meals routinely. Substantial growth in sales of foods attractive to vegetarians has occurred and these foods appear in many supermarkets. This position paper reviews the current scientific data related to key nutrients for vegetarians including protein, iron, zinc, calcium, vitamin D, riboflavin, vitamin B-12, vitamin A, n-3 fatty acids, and iodine.”

É a posição da Associação Dietética Americana e Nutricionistas do Canadá que; dietas vegetarianas apropriadamente planejadas são saudáveis, nutricionalmente adequadas e fornecem benefícios de saúde na prevenção e no tratamento de certas doenças. Aproximadamente 2,5% dos adultos nos Estados Unidos e 4% dos adultos no Canadá seguem dietas vegetarianas. A dieta vegetariana é definida como aquela que não inclui nenhum tipo de carne, seja peixe ou aves.

O interesse pelo vegetarianismo parece estar aumentando paralelamente ao número de restaurantes que oferecem esse tipo de refeição rotineiramente. O crescimento substancial nas vendas de alimentos atraentes para os vegetarianos ocorreu e estes alimentos aparecem em muitos supermercados.




Este artigo analisa a posição atual de dados científicos relacionados aos nutrientes essenciais para os vegetarianos, incluindo proteínas, ferro, zinco, cálcio, vitamina D, riboflavina, vitamina B-12, vitamina A, ácidos graxos n-3, e iodo.

Um dos detalhes mais importantes nisso tudo, é que as vitaminas do complexo B são majoritariamente (e no caso da vitamina B12, exclusivamente) pertencentes a alimentos de origem animal, ou seja, carnes.

Vegetais não apresentam vitamina B12, a qual é essencial ao nosso organismo. Qualquer um que estude um pouquinho de fisiologia sabe que além da vitamina B12, o ferro é muito importante, principalmente sob a forma heme, que é essencial para nós, devido ao seu trabalho junto à hemoglobina.


Esta forma de ferro é muito mais fácil de ser absorvida pelo nosso organismo do que o ferro não-heme. Alimentos de origem animal contêm não só ferro sob a forma heme, como a não-heme. Os vegetais normalmente só possuem a segunda.



Por isso, cabe aos vegetarianos repor os nutrientes e vitaminas essenciais com o uso de suplementos alimentares...






Abre parênteses:

Mas que raios de dieta perfeitamente saudável é essa que precisa de suplementos? Isso faz sentido? Na mente dos fanáticos religiosos, faz...





Ou talvez faça muito, muuuuito sentido para os donos das fabricas desses suplementos...
Fecha parênteses.
Depois de ficar igual cego em tiroteio, após a exposição dos argumentos acima; os talibãs da carne vegetal partem para o argumento da obesidade.
Sim, concordamos que a obesidade é um caso grave, como nos Estados Unidos por exemplo; mas precisamos aguardar as medidas do governo lá. Já existe uma pesquisa que informa que a obesidade tem origem genética também.


Ademais, o que os norte-americanos comem? Um monte de porcarias industrializadas ou nos fast-food da vida. Compre um imenso Big Mac com fritas e preste atenção no quanto de gordura animal você estará ingerindo. 




Batatas são vegetais e o óleo onde elas são fritas (e saem deliciosamente crocantes) também são de origem vegetal.



Assim, o problema não está na carne em si (frita na chapa e não na fritadeira, imersa em óleo) e sim no percentual de gordura ingerido, que pode ser tanto de origem animal, como vegetal.



Dessa forma, se eu tirar o hambúrguer e o queijo, eu poderei comer o Big Mac tranqüilo, já que não estou comendo nada de origem animal? E as batatas? E os molhos? E agora?


Alguns sites vegetarianos são tão estúpidos, tão mentirosos e sem-vergonhas, que não se importam em violentar o conhecimento científico que temos hoje, publicando um monte de sandices despropositadas sobre a fisiologia humana. Eles têm a audácia de dizer que a formação dos dentes e do trato digestivo foi determinada biologicamente para se alimentar apenas de vegetais.

Só alguém completamente ignorante nesse assunto vai acreditar nisso. E falamos ignorante na pureza do significado, isto é, de realmente não saber nada sobre o assunto.
Nesses sites, encontramos a afirmação que o pH normal do estômago está entre 4 a 5. Mentira! O ácido produzido no estômago é o ácido clorídrico, que junto com a pepsina age fortemente contra o alimento que você ingere. O HCl é um ácido inorgânico com alto grau de ionização (Química de 1º ano de Ensino Médio).


À medida que o pH do estômago vai aumentando (como quando você bebe leite de magnésia), o corpo produz mais HCl. A ação do HCl possui um rendimento otimizado entre o pH 1 e 2, isto é, se o pH começar a subir, o corpo corre em corrigir isso. Eu já fiz este teste em laboratório, com solução de HCl e solução de pepsina, e comprovei isso. Mas tal coisa não foi feita pelos “gênios” do vegetarianismo.
E sobre ele atacar o estômago? O HCl não ataca as paredes do seu estômago por duas razões: A primeira é que o HCl possui o cloro no seu estado de redução máximo, logo, ele não pode oxidar nada (isso também é ensinado em Química do 1º ano do EM). O ácido clorídrico NÃO É um agente oxidante.


A segunda é que em conjunto com a pepsina ele não ataca o estômago por causa de uma grossa camada de muco estomacal. Este muco – que normalmente se regenera completamente a cada 3 dias – contém, entre outras coisas uma substância chamada “bórax”, que ajuda a neutralizar a alta concentração de íons H+.


Úlceras têm diversos fatores e um deles é a presença da Helicobacter pylori, que ataca o muco. Com menor camada de muco, o ácido clorídrico começa a atacar o tecido estomacal.

Outra besteirada dos caciques pé de alface, é dizer que o intestino delgado tem cerca de 10 a 11 vezes o tamanho do ser humano. Considerando que tal tamanho está entre 3 e 7 metros de comprimento, então o corpo deveria ter entre 30 e 70 cm de altura.


Ou os vegetarianos são completamente analfabetos em matemática ou então, eles examinaram algum gnomo de jardim.
Alguns usam este artigo da Scielo para fundamentar a argumentação em prol do vegetarianismo. Infelizmente, a própria conclusão do artigo desmonta o castelo de cartas:
“CONCLUSÃO: A alimentação onívora desbalanceada, com EXCESSO de proteínas e gorduras de origem animal, pode estar implicada, em grande parte, no desencadeamento de doenças e agravos não-transmissíveis, especialmente no risco cardiovascular”. (grifo nosso)
Qualquer dieta desbalanceada é danosa à nossa saúde, na linha do “tudo o que é demais faz mal”. Mas e os vegetais?
Eles não seriam mais saudáveis? Dificilmente. A maioria sequer entraria em nosso cardápio se não fosse o nosso desenvolvimento e aprendizado na prática culinária, o que desmonta a tese absurda que o homem nasceu pra ser vegetariano.

Muitos vegetais JAMAIS poderiam ter sido consumidos, como é o caso do feijão que é altamente tóxico, pois possui inibidores de tripsina, uma enzima que ajuda no ataque a fibras musculares que foram ingeridas, além de agir nas fezes impedindo que haja prisão de ventre (e muitas vezes causando diarréia, quando em altas concentrações).


Como se resolve? Através de tratamento térmico (cozinhando, em outras palavras). Claro que podem alegar que hoje ninguém come feijões crus, mas nossos antepassados não tinham uma cozinha completa. Caçadores-coletores comiam o que viam pela frente (muitas vezes o que viam pela frente os comiam também...).

Ainda sobre o feijãozinho nosso de cada dia, convém que ele fique “de molho”, pois não conseguimos digerir uma substância chamada rafinose, um trissacarídeo também presente na soja, que só faz bem na mente dos vegetarianos, mas que também não é essa maravilha toda que apregoam.

Os fitatos contidos nela agem como fatores anti-nutricionais, já que reduzem a biodisponibilidade no organismo de minerais divalentes como: cálcio, ferro, magnésio, manganês, cobre e zinco, principalmente.


Alguns estudos mostram que estes fitatos são importantes na mesma medida, mas deve-se ressaltar que ao se ingerir soja é preciso ingerir mais dos íons acima descritos. E tome suplemento alimentar...
Isso soa plausível numa dieta tida como a “melhor do mundo” para os seres humanos? Bem, na cabecinha dos “vegetarianólogos” eles continuarão achando que sim.

Comer mandioca crua, alguém se arrisca? A mandioca consumida comumente, não nos traria problemas, mas o preparo original da mandioca brava é todo um ritual, por causa dos glicosídeos cianogênicos. Não, você não leu errado. É quase como comer cianetos (quase; e embora não seja a mesma coisa, pode ser fatal também).
Lógico que eu não diria que por causa disso, os seres humanos não devem comer vegetais. Devem! Mas também não podem deixar de ingerir carnes, ou então estaremos todos condenados a viver de suplementos alimentícios pelo resto da vida.

Reitero a pergunta: Que raios de dieta saudável é essa que não supre nossas necessidades nutricionais?

Porque, apesar de todos os argumentos expostos, alguns insistem tanto que esse tipo de alimentação deve ser obrigatório na vida de todos, principalmente na dos religiosos?

Vou deixar para aprofundar mais o assunto na próxima parte do Artigo.

Nela investigaremos a luz da Bíblia todo esse mito criado em torno da alimentação humana.


Na verdade nem tenho muitas esperanças de que algum vegetariano venha aqui debater conosco e desmentir cada ponto que foi abordado e muito menos aparecer com argumentações convincentes e/ou artigos isentos provando suas alegações.

Isso dificilmente acontece nos artigos publicados aqui, e no máximo é o mesmomimimi” de sempre. Mas, como vão discutir? Falta-lhes conhecimento, falta-lhes cultura, faltam-lhes subsídios e pior, falta-lhes humildade para assumir o que realmente são:


Pessoas que não sabem nem de coisas simples sobre seu próprio sistema digestório, nem sobre o mundo animal e muito menos sobre pesquisa científica.






Fim da primeira parte.
O Editor.

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