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"Fiz uma aliança com Deus: que ele não me mande visões, nem sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer, tanto para esta vida quanto para o que há de vir." - Martinho Lutero
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Reforma de Saúde ou Mito de Saúde?

Na década de 1860, a Sra. White se interessou profundamente pela reforma pró-saúde. Antes disso, havia manifestado um interesse limitado pelo assunto. Outros adventistas haviam mostrado interesse, mas a profetisa de Deus ainda não via sua importância. Na década de 1850, um casal adventista, Sr. e Sra. Curtis, começou a estudar a questão das carnes imundas e chegou à conclusão de que comer carnes imundas era errado. A Sra. Curtis queria deixar de comer carne de porco, mas aparentemente pensou que seria prudente consultar primeiro a profetisa de Deus. A Sra. White respondeu ao casal com um mordaz testemunho de seis páginas. Eis aqui parte do que escreveu:

"Se Deus requer que seu povo se abstenha da carne de porco, Ele o convencerá disso. Ele está tão disposto a revelar a seus honestos filhos qual é o seu dever quanto a mostrar a indivíduos sobre os quais não depositou o encargo de sua obra qual é o deles. Se é dever da igreja abster-se da carne de porco, Deus o revelará para mais de dois o três. Ele ensinará a sua igreja qual é o seu dever."71

O açoite como que a Sra. White tratou a família Curtis leva a especular que ela não era muito inclinada à idéia de que as pessoas chegassem primeiro a suas próprias conclusões teológicas sem a aprovação de Tiago e dela mesma. Isto era insubordinação e teriam que enfrentá-la. Além disso, a Sra. White pensava que seu esposo havia resolvido a questão para sempre alguns anos antes quando publicou um artigo sobre o tema em Present Truth:

"Alguns de nossos bons irmãos acrescentaram a ‘carne de porco’ à lista de coisas proIbidas pelo Espírito Santo e pelos apóstolos e Anciãos reunidos em Jerusalém. Mas nós nos sentimos chamados a protestar contra essa decisão, por ser contrária ao claro ensino das Sagradas Escrituras. Poremos sobre os discípulos uma ‘carga’ maior do que pareceu bem ao Espírito Santo e aos santos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo? Deus não o permita. A decisão deles, sendo correta, decidiu a questão para eles, e foi causa de regozijo entre as igrejas, e deveria decidir a questão para nós para sempre".72

Quando Tiago disse "nós nos sentimos chamados a protestar contra esta decisão," o "nós" ao que se referia deve ter incluído sua esposa, a profetisa de Deus. Por isso, os White devem ter-se sentido agravados de que alguns de seus seguidores tenham levantado o tema novamente depois de Tiago ter decidido a questão "para sempre."

Um amigo da família Curtis, H. E. Carver, nos conduz aos bastidores e explica o que sucedeu:

O irmão e a irmã Curtis se contam entre meus amigos mais íntimos por muitos anos, e como vivemos ao lado um do outro parte do tempo, eu conhecia algumas das circunstâncias relacionadas com as instruções da visão dada mais acima. A irmã Curtis era uma mulher muito conscienciosa, e tendo-se convencido (muito antes de que o Ancião e a Sra. White fizessem qualquer movimento nesse sentido) de que comer carne de porco era prejudicial, tratou de descartá-la de sua mesa. Isto causou problemas. A irmã Curtis era uma sincera crente na inspiração divina da Sra. White, e pelo extrato [testemunho] que aparece mais acima, parece que deve ter-lhe escrito pedindo instruções, que recebeu como se descreve mais acima, e professamente por meio de uma visão.... o Irmão Curtis disse também que o Pr. White havia escrito em essência o seguinte na parte posterior da carta: ‘Para que saiba nossa posição em relação com esta questão, eu diria que acabamos de consumir um leitão de 200 libras”.73

Certamente, teria sido difícil para os White estar de acordo com a família Curtis quando os White acabavam de devorar um leitão de 200 libras! Se os Curtis aceitaram ou não esse testemunho, provavelmente nunca o saberemos. Mas o que sabemos é que a Sra. White cria que quando escrevia um testemunho, Deus estava falando através dela: "Nos tempos antigos, Deus falou por boca dos profetas e apóstolos. Nestes tempos, lhes fala por intermédio dos Testemunhos de seu Espírito".74 Não obstante, em questão de poucos anos, a Sra. White estava considerando o tema sob uma nova luz. A próxima vez que deixou que Deus falasse sobre o tema, escreveu: "Jamais deveis pôr em vossa mesa sequer um pedaço de carne de porco".75

O que causou esta dramática mudança de Ellen White sobre a reforma pró-saúde? Aprendeu isso estudando a Bíblia? Fora uma visão de Deus? Não exatamente. Os jovens White haviam adoecido de difteria em janeiro de 1863 e nesse tempo os White tiveram a fortuna de encontrar os escritos de um proeminente reformador norte-americano de saúde, Dr. Tiago Jackson. Em meados da década de 1800, a mais destacada instituição médica dos Estados Unidos, caracterizada por reformas na dieta e no tratamento dos enfermos, era administrada pelo Dr. Jackson em Dansville, New York. O Dr. Jackson se distinguia por promover uma dieta vegetariana de duas refeições ao dia, "curas de água" (hidroterapia), e um estilo reformado de vestido para mulheres. O neto Arthur White explica a sorte dos White em encontrar o artigo do Dr. Jackson:

"Por sorte – na providência de Deus, sem dúvida – havia caído em suas mãos, provavelmente através de um ‘intercâmbio’ de periódicos com o escritório da Review, ou o Yates County Chronicle, de Penn Yan, Nova York, ou algum diário que o citava, um extenso artigo intitulado ‘Difteria, Suas Causas, Seu Tratamento, e Cura.’ Havia sido escrito pelo Dr. Tiago C. Jackson, de Dansville, Nova York".76

Tiago ficou tão impressionado, que reimprimiu o artigo de Jackson sobre a difteria na edição da Review and Herald de 17 de fevereiro de 1863. Em junho de 1863, Tiago escreveu ao Dr. Jackson solicitando-lhe alguns de seus livros. Aparentemente, Tiago recebeu os livros em algum momento pelo final do verão ou princípios do outono, pois imprimiu um artigo do livro de Jackson Laws of Life na edição do Review and Herald de 27 de outubro.

Em agosto de 1864, os White decidiram viajar a Dansville, Nova York, para conhecer o Dr. Jackson. Este foi um passo importante para os White. Quinze anos antes, em 1849, a Sra. White havia assumido uma posição forte contra o uso de médicos por parte do remanescente para seus problemas de saúde: "Se alguém entre vós está enfermo, não desonremos a Deus recorrendo a médicos terrenais, mas recorramos ao Deus de Israel".77 Os tempos, contudo, haviam mudado, e quiçá a declaração de 1849 já não se aplicava aos médicos modernos.

Aparentemente, a Sra. White estava impressionada com as reformas que havia presenciado na instituição de Dansville, e ela e o Dr. Jackson se tornaram cordiais amigos. Mais tarde, desenvolveu-se uma relação tão estreita que a Sra. White pôde escrever que foi calidamente recebida como convidada quando visitou o lar do Dr. Jackson: "No mesmo dia, vi o Dr. Jackson em seu lar, e amavelmente me concedeu uma entrevista".78

O Dr. Jackson realizou um exame físico na Sra. White. Seu diagnóstico concordou com o do seu médico adventista. Ambos diagnosticaram seus problemas médicos incomuns como histeria. (A histeria é um estado médico que começa tipicamente na adolescência ou começo da fase adulta, e que ocorre mais comumente na mulher. Os sintomas dos ataques histéricos incluem alucinações visuais e auditivas, paralisia de grupos musculares, e falta de resposta a estímulos externos. Por via de regra, os ataques histéricos diminuem à medida que o paciente envelhece, e com freqüência cessam pela metade da vida.)

Conquanto o Dr. Jackson possa ter atribuído suas visões a alucinações, a maioria dos adventistas cria que as visões procediam diretamente de Deus. É interessante notar que a Sra. White começou a ter visões sobre o tema da saúde durante essa época de sua vida. Quando publicou essas visões sobre saúde, as pessoas que estavam familiarizadas com os escritos do Dr. Jackson ficaram pasmas ao ver que a reforma pró-saúde dela se parecia tanto com os escritos do Dr. Jackson. Surgiram tantas perguntas, que a Sra. White se viu obrigada a responder por meio do periódico da igreja:

"Ao apresentar o tema da saúde aos amigos que trabalhavam em Michigan, Nova Inglaterra, e no estado de Nova York, e ao falar contra as drogas e a carne, e a favor da água, o ar puro, e uma dieta adequada, com freqüência comentavam comigo: ‘As opiniões que expressa são muito parecidas com as que os Drs. Trall, Jackson, e outros ensinam em Laws of Life e outras publicações. Acaso leu esse periódico e essas obras?".

“Minha resposta era que não, e que não as leria até que houvesse escrito minhas visões por completo, não se desse que se dissesse que eu havia recebido luz sobre o tema da saúde desses médicos, e não do Senhor”.

"E depois de haver escrito meus seis artigos para How to Live, examinei as várias obras sobre higiene, e me surpreendi em encontrá-las tão em harmonia com o que o Senhor me havia revelado".79

Enquanto os membros de igreja estavam ainda discutindo se a Sra. White havia lido Laws of Life antes ou depois de haver publicado seus artigos sobre saúde, a Sra. White decidiu publicar seu primeiro livro sobre a reforma pró-saúde. Mais tarde, esse livro daria lugar a perguntas ainda mais difíceis para a jovem profetisa. O livro, publicado em 1864, se intitulava An Appeal to Mothers: The Great Cause of the Physical, Mental, and Moral Ruin of Children of Our Time [Um Apelo às Mães: A Grande Causa da Ruína Física, Mental, e Moral das Crianças de Nosso Tempo]. Que preciosa luz sobre a reforma pró-saúde havia recebido a Sra. White de parte de Deus para seu povo especial? O propósito do livro era advertir contra os perigos da masturbação!

Seguindo as pisadas do reformador pró-saúde Sylvester Graham, que havia escrito um livro sobre o tema décadas antes, a Sra. White decidiu que os membros de sua igreja necessitavam serem advertidos quanto aos perigos que a masturbação representava para a saúde: "Tendes observado a alarmante mortalidade entre os jovens?" A seguir, passava a explicar como a masturbação estava causando a morte dos jovens.

A Sra. White enumera uma longa lista de doenças supostamente causadas pela masturbação. Além da morte e loucura, ela menciona a epilepsia, visão diminuída, hemorragia pulmonar, espasmos do coração e pulmões, diabetes, reumatismo, sudorese, tuberculose, asma, e mais de uma dezena de outros males. Ela adverte que "o auto-abuso abre a porta para quase todas as enfermidades das quais sofre a humanidade" e que "o auto-abuso é um caminho seguro para a tumba".80

Examinemos uns poucos trechos de seu livro:

"Sinto-me alarmada com aquelas crianças . . . que pelo vício solitário estão se arruinando . . . ouvis numerosas queixas de dor de cabeça, catarro, tontura, nervosismo, dor nos ombros e do lado, perda de apetite, dor nas costa e membros. . . e não percebestes ter havido uma deficiência na saúde mental de vossos filhos? . . . A indulgência secreta [masturbação] é, em muitos casos, a única causa real das numerosas queixas da juventude". (págs. 11, 13).

A condição do mundo é alarmante. Por toda parte que olhemos vemos imbecilidade, nanismo, membros aleijados, cabeças mal formadas e deformidade de toda descrição. . . . Hábitos corrompidos estão dissipando sua energia, e trazendo-lhes enfermidades repugnantes e complicadas. . . As crianças que praticam a auto-indulgência [masturbação] . . . devem pagar a penalidade (pág. 14).

A Sra. White então descreve o caso de uma criança de dois anos de idade que sofria de epilepsia e paralisia, cujos problemas supostamente eram causados pela masturbação. Ela escreve: "Por meio do uso vigilante de meios mecânicos para resguardar as mãos e cobrir os genitais, etc., o menino se curou depois de um tempo; agora desfruta de boa saúde." Se estas medidas fossem tomadas hoje em dia pelos encarregados de cuidar da saúde, com toda probabilidade eliminar-se-ia a liberdade, e até poderiam ser encarados por abuso infantil.

De acordo com a Sra. White, a masturbação não só causa a morte e uma ampla gama de doenças físicas, mas também problemas de saúde mental: "Com freqüência, a mente fica completamente arruinada, e tem lugar a loucura".85 A Sra. White prossegue:

"Vi uma jovem num povoado de Massachusetts que se havia tornado idiota por causa da masturbação".86

"A autora visitou o Massachusetts State Lunatic Hospital [Hospital Estadual de Massachusetts Para Lunáticos]. . . . Nossa atenção foi de súbito atraída pela aparência peculiarmente desfigurada, selvagem, hostil de um jovem com o olhar virado por sobre os ombros. Impressionada com esse aspecto chocante, inquirimos. . . qual seria a causa de sua insanidade. 'Vício solitário', foi a pronta resposta". (pág. 4).87

De uma perspectiva médica moderna, as afirmações da Sra. White certamente parecem fora de propósito. As investigações médicas do século vinte têm refutado por completo os antigos mitos de que a masturbação conduz à loucura, retarda o crescimento, causa cegueira, etc. As investigações não têm demonstrado nenhum efeito adverso da masturbação nem a curto nem em longo prazo. Os investigadores descobriram que, em média, os que se masturbam não têm maior incidência de enfermidades, problemas de visão, ou loucura do que a população em geral. Tampouco encontraram qualquer diferença na longevidade. Mesmo entre médicos adventistas do sétimo dia, agora há uma crença quase universal de que a masturbação não causa as enfermidades mencionadas pela Sra. White. Em 1981, o Dr. Gregory Hunt avaliou as afirmações da Sra. White sobre masturbação:

"Qualquer um pode ver que estas enfermidades não são causadas pela masturbação. A tuberculose é causada por um germe, uma bactéria específica. Na realidade, o germe que causa a tuberculose foi descoberto pouco depois destes escritos de Ellen White.... Depois de ler estes sábios conselhos, e dando-me conta de que Ellen White afirmava haver sido inspirada para escrevê-los eu diria que há só uma classe de pessoas que continuará crendo que Ellen White é uma verdadeira profetisa. Esta classe de pessoas só pode ser classificada como idiotas."

Graham advertia que a masturbação podia conduzir à morte:

"...em alguns casos, aparecem chagas ulcerosas na cabeça, peito, costas e músculos, e às vezes crescem até converter-se em verdadeiras fístulas, de natureza cancerosa, e continuam, quiçá por anos, supurando grandes quantidades de pus repugnante e fétido; e não poucas vezes terminam em morte".90

É muito provável que a Sra. White estivesse familiarizada com os ensinos de Graham. De fato, algumas das reformas pró-saúde da Sra. White se parecem muitíssimo com as reformas de Graham. Em 1849, uns 14 anos antes que a Sra. White tivesse a primeira visão da reforma pró-saúde, Sylvester Graham expunha seus pontos de vista sobre a reforma pró-saúde em seu livro Lectures on the Science of Human Life [Conferências Sobre a Ciência da Vida Humana]. Eis aqui as reformas que propunha:

  • Evitem-se todos os alimentos estimulantes e artificiais; deve-se viver "inteiramente dos produtos do reino vegetal, assim como a água pura."
  • A manteiga deve ser empregada "mui escassamente."
  • O leite fresco e os ovos eram mal vistos, mas não eram proIbidos.
  • O queijo é permitido somente se for suave e não curado.
  • Os condimentos e as especiarias, como a pimenta, a mostarda, e a canela, são proIbidos por serem "todos altamente excitantes e esgotantes."
  • O chá e o café, bem como o álcool e o tabaco, envenenam o sistema.
  • Os produtos de pastelaria, com exceção das tortas de fruta, contam-se "entre os mais perniciosos artigos que causam aflição aos seres humanos."
  • O sono é preferível antes da meia-noite.
  • O sono deve ser desfrutado num cômodo bem ventilado.
  • Um banho de esponja cada manhã é muito desejável.
  • A roupa não deve ser muito apertada.
  • "Todo medicamento, como tal, é mau em si mesmo".91

Para os leitores ávidos de Ellen White, as reformas que antecedem soam demasiado familiares. À medida que transcorriam os anos e a ciência médica progredia, as pessoas sem dúvida, começaram a perguntar-se se os conselhos da Sra. White sobre a masturbação procediam de Deus ou de Sylvester Graham. Até Ellen White parece haver deixado de lado o tema mais tarde em sua vida. Apesar de escrever prolificamente sobre o tema no começo de sua carreira, não escreveu uma só palavra sobre o tema nos últimos quarenta anos de sua vida.

A maioria dos adventistas de hoje em dia ignora por completo que o livro Appeal to Mothers alguma vez existiu. Era de se esperar que o primeiro livro de uma profetisa sobre reforma pró-saúde fosse uma obra muito importante para os seus seguidores. Contudo, não foi assim! O livro foi descartado já faz décadas. Como muitos outros de seus escritos e muitas de suas visões que se demonstraram incorretos, este livro simplesmente desapareceu da vista do público. A diferença do de sua colega, a profetisa Mary Baker Eddy – cujo primeiro livro, Science and Health, publicado em 1875, teve dez milhões de exemplares vendidos – o primeiro livro da Sra. White sobre a reforma pró-saúde foi um fiasco. Esforços posteriores demonstrariam ter mais êxito. Com a ajuda de sua equipe de escritores e revisores ela produziu um livro sobre reforma pró-saúde muito melhor, Ministry of Healing, que ainda se acha disponível hoje em dia. Não é nenhuma surpresa que o tema do "auto-abuso" não vem mencionado no livro. Appeal to Mothers pode ter sido o primeiro livro que desapareceu de publicação, mas não haveria de ser o último...

Referências [Paginação sempre segundo originais em inglês]

1. Ellen White, Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 35. 2. Ellen White, Testimonies, Vol. 1, p. 13. 3. The People Called Shakers, pp. 152-153. 4. Ronald Numbers, Prophetess of Health, pp. 16-18. 5. Manuscript Releases 17, pp. 96-97, Ms 131, 1906, pp. 1, 4- 6 Ellen G. White Estate Washington, D. C. (divulgado em 4 de junho de 1987). 6. Ibid., pp. 95-96. 7. William E. Foy, The Christian Experience of William E. Foy, 1845, pp. 14, 15. 8. Ellen G. White, Christian Experience and Views of Mrs. White, 1851, p. 17. 9. Numbers, p. 18. 10. Ibid. 11. Ibid. 12. Tiago White, Word to the Little Flock, p. 22, 1847. 13. Ellen White, Primeiros Escritos, p. 21. 14. Isaac Wellcome, History of the Second Advent Message (Yarmouth, Maine: Advent Christian Publication Society, 1874); Jacob Brinkerhoff, The Seventh-day Adventists and Mrs. White's Visions (Marion, Iowa: Advent and Sabbath Advocate, 1884), 4-6. 15. Miles Grant, An Examination of Mrs. Ellen White's Visions, Boston: Published by the Advent Christian Publication Society, 1877. 16. Ibid. 17. Tiago e Ellen White, A Word to the Little Flock, 1847, p. 21. 18. Arthur White, Ellen G. White: The Early Years Vol. 1 - 1827-1862, p. 113. 19. Arthur White, p. 113. 20. Carta da Sra. Truesdail's de 27 de junho de 1891. 21. Joseph Bates, A Seal of the Living God, 1849. 22. Ellen White, Present Truth, set., 1849. 23. Present Truth, abril, 1850. 24. Ibid. 25. Ellen White, Primeiros Escritos, pp. 64-67. 26. Ellen White, Experience & Views, pp. 46-47. 27. Ellen White, Testimonies, Vol. 1, p. 131 28. Ellen White, MS 34, 1885. 29. "The Story of Ellen White's Suppressed Testimony," Limboline, (Glendale, Calif: Church of the Advent Fellowship), 7 de jan. de 1984, pp. 10,11. 30. Advent Herald, 11 de dez. de 1844. 31. Voice of Truth, 19 de fev. de 1845. 32. Joseph Bates, Second Advent Waymarks, 1847, pp. 97-110. 33. Carta de Lucinda Burdick, Bridgeport, Connecticut, 26 de set. de 1908. 34. Miles Grant, An Examination of Mrs. Ellen White's Visions, Boston: Advent Christian Publication Society, 1877. 35. Ibid. 36. Ellen White, Manuscript Releases, Vol. 5, p. 97 37. Ibid., p. 93. 38. DF 105, de Otis Nichols para Guilherme Miller, 20 de abril de 1846. (Extraída de The Early Years, Vol. 1, pp. 75-76). 39. Ibid. 40. A Word to the Little Flock, 1847. 41. Ibid., pp. 1-2. 42. Present Truth, ago., 1849. 43. Carta 4, 1850, pp. 1, 2. 44. Present Truth, abril, 1850. 45. Present Truth, maio, 1850. 46. Tiago White, AR, ago., 1850, (Early Years, p. 191). 47. George Butler, Review and Herald, 7 de abril de 1885. 48. Carta de Lucinda Burdick, Bridgeport, Connecticut, 26 de set. de 1908. 49. Mensagens Escolhidas, Vol. 1, p. 53. 50. D.M. Canright, The Life of Ellen White, cap. 8, 1919. 51. Advent Review, 26 de dez. de 1882. 52. Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, Vol. 1, p. 63. 53. Bruce Weaver, Adventist Currents, "The Arrest and Trial of Israel Dammon", Vol. 3, No. 1, 1988. 54. Piscataquis Farmer, 7 de mar. de 1845. 55. Ibid. 56. Ibid. 57. Ibid. 58. Ibid. 59. Ellen White, Spiritual Gifts, Vol. 2, pp. 40-41, 1860. 60. Piscataquis Farmer, 7 de mar. de 1845. 61. Weaver, Adventist Currents. 62. Spiritual Gifts, Vol. 2, pp. 41-42, 1860. 63. Piscataquis Farmer, 7 de mar. de 1845. 64. Miles Grant, An Examination of Mrs. Ellen White's Visions, Boston: Advent Christian Publication Society, 1877. 65. Bruce Weaver, Adventist Currents. 66. Ellen White, Signs of the Times, 27 de ago. de 1894. 67. Piscataquis Farmer, 7 de mar. de 1845. 68. Ellen White, Manuscript 5a, 1850; julho 1850, de East Hamilton, N.Y. 69. Ellen White ao Irmão e Irmã Haskell, 10 de out. de 1900. 70. Miles Grant, An Examination of Mrs. Ellen White's Visions, Boston: Advent Christian Publication Society, 1877. 71. Ellen White, Testimonies, vol. 1, p. 206. 72. Tiago White, Present Truth, "Swine's Flesh," nov., 1850. 73. H.E. Carver, Mrs. E. G. White's Claims to Divine Inspiration Examined, 2a edição, 1877. 74. Ellen White, Testimonies, vol. 4, p. 148. 75. Ibid., vol 2, p. 93. 76. Arthur White, Early Years, Vol. 2, p. 13. 77. Ellen White, "To Those Who Are Receiving the Seal of the Living God," (Tablóide 2), jan., 1849. 78. Ellen White, Advent Review and Sabbath Herald, 27 de fev. de 1866. 79. Ibid., 8 de out. de 1867. 80. Ellen White, Appeal to Mothers, pp. 84,85,90. 81. Ibid. pp. 11,13. 82. Ibid. pp. 14. 83. Ibid. pp. 14,15. 84. Ibid. p. 17. 85. Ibid., p. 27. 86. Ibid., p. 3. 87. Ibid., p. 4. 88. Gregory Hunt, M.D., Beware This Cult, "The Masturbation Connection", 1981. 89. Sylvester Graham, Lectures to Young Men on Chastity, 1834. 90. Ibid. 91. Sylvester Graham, Lectures on the Science of Human Life, pp. 224-286, 1849. 92. Ellen White, An Appeal to Youth, pp. 61,41. 93. Ellen White, Manuscript Releases, vol. 15, p. 66. 94. 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White, Testimonies, Vol. 5, pp. 64,67, Carta 90, 1906. 112. Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, Vol. 3, p. 30. 113. Declaração de Merritt G. Kellogg [março de 1908], The Story, p. 107. 114. Review and Herald, 27 de nov. de 1883. 115. Ellen White, Review and Herald, 26 de jan. de 1905. 116. Ibid., 19 de abr. de 1906. 117. Adventist Review, 19 de nov. 19 de 1992, pp. 8-9. 118. W.W. Prescott, Conferência de 1919 Sobre Ellen White.

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