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"Fiz uma aliança com Deus: que ele não me mande visões, nem sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer, tanto para esta vida quanto para o que há de vir." - Martinho Lutero
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Perguntas e Respostas Acerca de Daniel 8:14




A Pergunta:

A Bíblia Responde
A Doutrina do Juízo Investigativo Responde
Para onde vão os pecados dos crentes de todas as épocas após serem confessados a Deus?  

Deus os lança no fundo do mar (Miq. 7:18 e 19)  


São transferidos para o Santuário Celestial.  
 
Qual é a atitude de Deus para com os pecados confessados?  
 
Deus apaga os pecados e deles não mais se lembra (Isaías 43:25)  
 
São registrados nos livros celestes para consulta no juízo que começou em 22/10/1844.  
 
Se os pecados dos justos são apagados no momento da confissão, com base no que eles serão julgados?  

“quem crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não vem a julgamento, mas passou da morte para a vida” – João 5:24

 
Os pecados dos justos não são completamente expiados no momento da confissão, mas são apenas transferidos para o santuário celestial. Lá, durante o juízo investigativo (dia da expiação), o sangue de Cristo é apresentado para que o pecado seja de fato perdoado, ou transferido novamente, desta vez para o bode emissário que é Satanás. No final deste processo de sucessivas transferências da culpa, o pecado é finalmente expiado.  

 
Se os crentes não passam por uma investigação, como saber quem pode ser salvo e quem estará perdido?  

“O Senhor conhece os que são seus” - 2 Tim. 2:19.
“Eu sou o bom pastor... conheço minhas ovelhas...” – João 10:14.
“Mas se alguém ama a Deus, esse é conhecido dele.” – 1 Cor. 8:30

 
Há a necessidade de uma investigação da vida dos justos que consiste na remoção dos seus pecados que estão acumulados no santuário celeste. Esta remoção dos pecados (juízo investigativo) é realizada não porque Deus necessite, mas porque é testemunhada por todo o universo como prova de que Deus vem eliminando definitivamente, desde 1844, os pecados acumulados no santuário.  

 
Como entender a purificação do santuário descrita em Daniel 8:14?  
 
A purificação do santuário descrita em Daniel 8:14 deve ser entendida dentro do seu contexto. Segundo o verso 13, consiste na cessação da profanação do santuário, profanação protagonizada pelo chifre pequeno. O contexto não identifica em nenhum momento esta purificação como um juízo ou julgamento dos santos, mas como uma cessação de profanação.  
 
A purificação do santuário descrita em Daniel 8:14 é a representação do dia antitípico da expiação (quando o santuário terrestre era purificado) e consiste na remoção dos pecados dos justos que desde Adão vêm sendo acumulados no santuário celestial. O contexto referente à profanação do chifre não tem a menor importância neste caso – refere-se à Roma que mudou a lei, mas isso nada tem a ver com o juízo investigativo.  


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