Somente Cristo! Somente a Bíblia!

"Fiz uma aliança com Deus: que ele não me mande visões, nem sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer, tanto para esta vida quanto para o que há de vir." - Martinho Lutero
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domingo, 14 de agosto de 2011

POR QUE SOU EVANGÉLICO E NÃO UM ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA?

A Bíblia: Única Fonte de Autoridade

Hoje em dia a fé evangélica é bombardeada por ataques de diversas correntes doutrinárias contrárias à sã doutrina. Entre os grupos que mais assumiram esta atitude hostil sobre nossas crenças se encontram os Adventistas do Sétimo Dia. Muito se escreveu sobre a formação deste movimento e suas crenças as quais podem desviar ao crente. Os adventistas se empenharam em aparentar ser uma igreja evangélica quando realmente não o são. Tudo isto é o que nos motivou a escrever esta série de estudos em defesa da fé onde analisaremos o que nos diferencia desta seita e poder dizer com autoridade de porque somos evangélicos.

Um dos pontos que nos diferencia do adventismo é o tema da Autoridade Escriturística. Qual é nossa fonte de autoridade? O evangélico sem hesitação diz ser a Bíblia. Não é assim o adventista. Estes nos asseguram que sua fonte de autoridade é a Bíblia, no entanto, quando você analisa sua literatura, o que lêem e estudam, esta está tomada de citações diretas e indiretas de sua “profetiza” Ellen G. White. Quando você pergunta a um adventista se os escritos de Ellen G. White estão numa categoria similar à Bíblia as respostas são variadas. Alguns dizem que não acham que sejam um acréscimo ao Canon bíblico. Outros lhe dirão que sua aplicação não é universal, mas apenas para os Adventistas. A posição da cúpula da seita é que os escritos de Ellen G. White são julgados pela Bíblia e não a Bíblia pelos escritos dela. Assim, como supostamente já comprovaram que os escritos de Ellen G. White estão em harmonia com a Bíblia, afirmam que ela possuía o Dom de Profecia e que este dom identifica a igreja remanescente, baseados em Apoc. 12:17 e 19:10.

No entanto, ao você ler as publicações dos Adventistas do Sétimo Dia desde 1900 até o presente verificará que eles não são coerentes com sua afirmação. Afirmam que examinam os escritos de Ellen G. White mediante a Bíblia, mas, na prática a coisa é muito diferente. Escutei vários líderes da seita em Porto Rico falar sobre sua inspiração e afirmar que Deus através do Espírito Santo lhe revelou seus escritos. Com esta afirmação concluem que seus escritos são autênticos e que não contradizem a Bíblia. Assisti a várias campanhas adventistas com relação a Profecia e eventos futuros e os ensinos e interpretações que fazem de Daniel e Apocalipse estão recheadas das teorias e conceitos de Ellen G. White. O outro argumento que utilizam é que os escritos de Ellen G. White não são de aplicação universal senão de aplicação para a Igreja Adventista. Então, perguntamos-lhes por que não são de aplicação universal? Se foram examinados pela Bíblia não deve ter dúvida nem nada que a contradiga. Em tal caso, por que não pode ser aceitos por todos os cristãos? Não foi o Espírito Santo quem revelou seus escritos? Costuma o Espírito Santo dar um montão de livros adicionais à Bíblia a um grupo em particular de cristãos, mas não para todos os crentes?

Esta atitude da parte dos adventistas é muito parecida à dos Mórmons e à das Testemunhas de Jeová. Os Adventistas do Sétimo Dia pretendem e querem-nos fazer achar que examinam os escritos de Ellen G. White à luz da Bíblia, mas ao você compartilhar com eles e ver como falam em suas congregações vê que o uso que fazem destes escritos nega sua afirmação. Inclusive, internamente têm grandes divisões a respeito pelo surgimento em suas fileiras de grupos chamados “Reformistas” os quais promovem quase o uso único e exclusivo dos escritos de Ellen G. White acima da Bíblia. Estes chamados “Reformistas” têm citações fidedignas de Ellen G. White nas quais ela quase se engrandece mais que à própria Bíblia. Dizem que encontraram esses escritos especiais na Fundação White e que a Igreja Adventista do Sétimo Dia lhes tinha ocultado esta informação. Ainda, muitos vão à Fundação White a exigir que se lhes deixem ver os originais dos escritos argumentando que a Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia lhes tem informação oculta nos arquivos da Fundação White a respeito. Acusam à Igreja Adventista do Sétimo Dia de lhes ocultar toda esta informação “privilegiada” a seus membros. Isto é o que traz como consequência o ter escritos adicionais à Bíblia. Confusão e um desfoque do evangelho. Esses “Reformistas” (poderiam comparar-se com os judeus ortodoxos no judaísmo) enfatizam que o Adventismo se afastou das crenças de Ellen G. White ao não viver de acordo a seus escritos e que por isto Ellen G. White diz que se perderão por não seguir ao pé da letra ao “Espírito de Profecia”, que é como se referem erroneamente aos escritos de Ellen G. White. No entanto, o que estes inocentes grupos e outros dentro do Adventismo desconhecem, é que a verdadeira razão pela qual a Fundação White não lhes deixa ver tudo o que eles custodiam de sua profetisa é por temor de que venha à tona mais informação que evidencia o plagio. Ali há muito material que por suposto não deve ser visto.

É um fato comprovável que os Adventistas do Sétimo Dia usam mais citações de Ellen G. White que de qualquer outro autor. Seus livros de leitura devocional matutinos, em sua imensa maioria, estão baseados, às vezes totalmente, de teorias e conceitos da “profetisa”. O mesmo ocorre com o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia e suas lições de escola sabatina. Basicamente, seriam ignorantes sem consultar as fontes de Ellen G. White. Seu mais recente atrevimento foi publicar uma Bíblia que interpreta os textos bíblicos à luz do que disse Ellen G. White. Assim, ainda que os Adventistas do Sétimo Dia neguem com todas suas forças, suas práticas demonstram que têm duas Bíblias. A Bíblia e os escritos de Ellen G. White, desafortunadamente denominados “Espírito de Profecia”. Lêem nossa antiga Bíblia à luz de sua nova bíblia.

Outra contradição e um assunto muito perigoso é que Ellen G. White já morreu faz quase cem anos e cada vez mais se vê lançamentos de novos livros desta pseudo-profetisa. Ao questionar isto a um pastor adventista do oeste, este me contestou que os depositários dos escritos de Ellen G. White revisam seus escritos e unem pedaços de um livro e de outro com temas similares, colocando-os juntos em outros livros para, assim, tratar um tema em comum. Muitos compararam estes livros e seus pedaços e encontraram discrepâncias neles.

Surgem os Escândalos


Isto não nos deve estranhar que suceda no Adventismo. No ano de 1980 o Adventismo do Sétimo Dia se agitou fortemente a provar acima de qualquer dúvida o plágio que existe em quase 90% dos escritos de Ellen G. White (A outra face do Paraíso). Não só copiou texto de outros escritores, assim como que até as gravuras e os títulos dos capítulos. Um de seus ex-pastores, Walter Rea, denunciou o plágio e como era de se esperar foi expulso das fileiras da seita. Esta tratou de desprestigiar sua integridade para destruir sua credibilidade, mas não pode provar a inexistência de plágio. Em seu livro “The White Lie” (A Mentira White), Rea nos mostra como, inescrupulosamente, Ellen G. White e suas ajudantes próximas copiaram e copiaram sem controle algum. A Igreja Adventista do Sétimo Dia, numa tentativa de se lavar “a face” das acusações, publicou posteriormente um livro, “The White True”,  atacando as investigações sérias que realizou o pastor Walter Rea. Ao analisá-lo e estudá-lo você pode ver que seus argumentos carecem de solidez e confirmam mais ainda que os Adventistas do Sétimo Dia antepõem os escritos de Ellen G. White sobre a Bíblia. O livro “O Conflito dos Séculos”, de Ellen G. White tem extensas partes de livros como “The History of Protestantism” (A História do Protestantismo)”, de James A. Wyllie (publicado em 1878) e há evidência de que grande parte de seu conteúdo foi plagiado do livro que escreveu seu esposo, o Sr. Tiago White, intitulado “Life Incidents”, bem como de outros autores. É muito raro e duvidoso que existam três versões diferentes deste livro e nenhuma se parece, e Ellen G. White apagou parte de suas visões deste livro. Quando você compara a edição de 1888 com a de 1911 ficará impactado com as mudanças. A Conferência Geral dos  Adventistas do Sétimo Dia de 1919 arranjou o problema e sacou uma terceira edição.

“O Desejado de Todas As Nações”, o qual promovem com orgulho como a obra-prima da vida de Cristo, não é nada mais, nada menos que um plágio de livros como: “The Great Teacher”, de John Harris, “The Life and Times of Jesus The Mesiah”, de Ederhseim, “Life of Christ”, de William Hanna, dentre outros. O relatório Veltman diz assim de “O Desejado de Todas as Nações”: “...foi ela quem tomou expressões literárias das obras de outros autores sem lhes dar crédito... usou os escritos de outras pessoas intencionalmente sem lhes dar crédito...” p. 11, “Isto acerta um golpe no coração de sua honradez... e, portanto, a sua confiabilidade” p. 14. Outros livros como “Atos dos Apóstolos”, “Profetas e Reis” e “Patriarcas e Profetas” são produto de recortes e fragmentos de diferentes escritores de sua época.

O livro “Conselhos Sobre o Regime Alimentar”, do qual se jactam os Adventistas do Sétimo Dia como um livro avançado em saúde e medicina, é mais outro plágio de escritores e médicos de sua época, tais como: “Water Cure for Ladies: A Popular Work on the Health, Diet, and Regimen of Females and Children, and the Prevention and Care of Diseases” (Cura Pela Água Para Damas: Uma Obra Popular Sobre a Saúde, a Dieta, o Regime de Mulheres, Meninos, a Prevenção e o Cuidado das Doenças), de M. L. Shew, publicado em 1844; “Lectures on the Science of  Human Life” (Conferências Sobre a Ciência da Vida Humana), de Sylvester Graham, publicado em 1849; “The Beauties and Deformities of Tobacco-Using” (As Belezas e Deformidades do Uso do Fumo), de Larkin B. Coles, publicado em 1853). Este plágio está documentado por um doutor dissidente do adventismo que escreveu o livro “Prophetess of Health: Ellen G. White and the Origins of Seventh-Day Adventist Health Reform” (Profetisa da Saúde: Ellen G. White e as Origens da Reforma Sanitária Adventista do Sétimo Dia), onde documenta o plágio. Ellen G. White chegou muito tarde na Reforma Pró-saúde, pois 30 anos antes vários médicos evangélicos já ensinavam o que ela diz haver recebido em visão” muito tempo depois.

Com relação ao livro “O Caminho a Cristo”, o White Estate admitiu que e Ellen G. White não o escreveu, senão que os editores o compilaram de escritos anteriores. Mas as investigações realizadas demonstraram que suas assistentes o plagiaram de escritores não inspirados. Este era o costume de Fannie Bolton e Marian Davis as ajudantes de Ellen G. White. A partir da evidência descoberta, é fácil entender porque Fannie afirmou ser a autora do Caminho A Cristo.

Se você leitor, dúvida de toda esta informação, vá a uma boa biblioteca ou pesquise na internet, compare os livros de Ellen G. White com os outros escritores. Apesar de que mudaram (para ocultar o plágio) muitos destes livros e outros reeditados, procure os livros que aqui lhe citamos e compare por você mesmo, como fizemos milhares de evangélicos, e verá o roubo literário de Ellen G. White desvendado ante seus próprios olhos. Mas Ellen G. White não fez o trabalho sozinha. Esta foi ajudada por seu filho, seu neto, seu esposo e suas secretárias que, à medida que viam o que ocorria abandonavam o movimento adventista.

Revisões, Mudanças, Resumos


Ellen G. White nunca autorizou que se fizessem mudanças em seus escritos, no entanto, a Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia de 1883 aprovou uma resolução criando uma comissão para supervisionar as revisões de seus escritos. “Review and Herald”, 27 de novembro de 1883. Depois, na Conferência de 1919, W. Prescott, presidente da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, afirmou que participou de mudanças e revisões que lhe deixaram dúvidas a respeito da inspiração dos escritos de Ellen G. White. Conferência Bíblica, 1919. Ao ver os problemas que lhe estavam trazendo todos esses livros com seus plágios, e tantas pessoas os folheando, a denominação decidiu agir para minimizar os contratempos futuros. Mas, nem a ajuda da igreja foi suficiente face a tanto engano. Vários livros tiveram que ser retirados de circulação para ocultar o plágio e a polêmica. Entre eles o livro “An Appeal to Youth”, “Appeal To Mothers”, “Sketches from the Life of Paul” e outros mais. Os que estão publicados sofreram revisões, mudanças e resumos, realizados pelos altos líderes da Igreja Adventista do Sétimo Dia, escondendo debaixo do tapete vestígios de plágio e crenças que a igreja já não se atreve a pregar tais como: a amálgama de homens e animais, a porta fechada, a masturbação e a loucura etc., as quais têm trazido situações embaraçosas para a denominação.

O Relatório Veltman


Os Adventistas do Sétimo Dia, numa tentativa de ocultar o plágio e limpar a memória de Ellen G. White, utilizou o Dr. Fred Veltman, membro da igreja, para que verificasse se houve plágio ou não. O relatório Veltman não se atreveu a afirmar que Ellen G. White não plagiou, mas apenas que, de acordo com as leis de sua época, aquilo não poderia ser denominado plágio, ou seja, moralmente houve plágio, porém legalmente poderia ser absolvida em sua época, não hoje em dia. Algo muito insatisfatório para uma profetisa de Deus. No entanto, tomemos em conta que esta investigação foi realizada pela própria Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Logicamente, quanto mais próximo se estava da pseudo-profetisa em sua época, menos confiavam nela seus colaboradores. As deserções e expulsões foram fartamente documentadas na breve história do movimento adventista. Crosier, March, a gente do movimento de Iowa, o grupo de Wisconsin, Dudley M. Canright, os Ballenger e uma longa lista mais foram retaliados porque descobriram, no todo ou em parte, que Ellen G. White não era uma profetisa inspirada por Deus senão uma farsante. Sua própria secretária, Fanny Bolton, angustiada pela fraude, confessou: “Estou escrevendo continuamente o tempo todo para a irmã White. A maior parte do que escrevo é publicado na Review and Herald como procedente da pluma da Irmã White e tem-se como se fosse escrito pela Irmã White sob inspiração de Deus. Pessoas estão sendo enganadas quanto à inspiração do que escrevo”. (Declaração assinada de M.C. Kellog).

Ainda com todas estas evidências, os Adventistas do Sétimo Dia fazem questão de que a Ellen G. White não somente foi profetisa, mas, também que foi a maior profetisa de toda a história. Não há área da vida humana que ela não escrevesse algo: ciência, saúde, teologia, sexualidade, alimentação, educação e finanças. Em suas visões sobre o cosmos viu vários planetas do sistema solar. Em Alguns viu luas de mais, em outros luas de menos e, numa de suas muitas visões, deu um passeiozinho por Saturno ou Júpiter onde se encontrou com Enoque. Ali, viu toda classe de vida (“A Face Oculta do Paraíso”, pág. 95-96). No entanto, a ciência demonstrou que nestes planetas não há vida. Os Adventistas do Sétimo Dia utilizam os seguintes argumentos para defender o plágio de Ellen G. White: que ela admitiu ter usado fontes, uma entrevista com um juiz (“The White True”, p.33), que ela tomou empréstimos literários e não plagiou, que não ocultou as fontes, que ela repreendeu a sua assistente Fannie Bolton, a defesa de um advogado católico e que outros escritores bíblicos copiaram também, que tomamos seus escritos fora de contexto. Nós, os evangélicos, depois de um estudo detido destes argumentos, resumimos que estas são DESCULPAS, DESCULPAS E MAIS DESCULPAS. E as desculpas satisfazem a quem as dá.


Algumas de Suas Frustradas Predições

1.      Predisse que Jerusalém jamais voltaria a existir – “Early Writing” (Primeiros Escritos), p. 75, no entanto em 1948 o mundo inteiro pode ver como Israel se estabeleceu como nação e Jerusalém renasceu.
2.      Predisse que estaria viva quando Cristo viesse – “Early Writing” (Primeiros Escritos), p. 75 15-16. Ela morreu no 1915.
3.      Predisse que a Inglaterra atacaria os Estados Unidos durante a guerra civil deste país. Isto jamais ocorreu. (“Testemunhes for the Church”, Vol. 1 p. 259).
4.      Predisse que a guerra civil dos EUA era um sinal de que Cristo já iria regressar (ibid pág. 260). Cristo não veio.
5.      Em 1850 predisse que Cristo viria em poucos meses – “Early Writing” (Primeiros Escritos), p. 58, 64 e 67. Já sabemos o resultado desta profecia. Aqui estamos, ainda esperando o regresso de Cristo.
6.      Predisse que os adventistas que viviam em 1856 veriam o regresso de Cristo vivos. (“Testemunhes for the Church”, Vol. 1, pp 131-132) Todos morreram. Um dia perguntei sobre isto a um adventista, este me contesto que havia, ainda, um vivo e que estava velhinho. Onde está? Deveriam apresentá-lo como uma evidência de seu ministério. Mas não têm valor para isto porque sabem que foi uma falsa profecia.


Contradições com a Bíblia


Ellen White contradiz a Bíblia mais de 50 vezes. Mostraremos apenas alguns exemplos:

1.      Que os antediluvianos se juntaram com animais e deram origem a espécies e raças subumanas, entre estas os negros (“Spiritual Gifts”, Tomo 3 p. 64 e 75. Os mesmos científicos adventistas admitem que Ellen G. White se equivocou.
2.      Que os cães comeram os restos de Judas (“O Desejado de Todas as Nações”, p. 722). – Mateus 27:5 e Atos 1:18 dizem que não.
3.      Que o sábado é o selo de Deus (“O Grande Conflito”, p. 640), A Bíblia diz que o selo de Deus é o Espírito Santo – Efésios 1:13; 4:30.
4.      Os salvos terão asas na ressurreição (“Primeiros Escritos”, p. 53). – A Bíblia diz que não: Filipenses 3:21. Nosso corpo será como o de Jesus e ele não tinha asas.
5.      Os anjos precisam um cartão dourado para entrar e sair do céu (“Primeiros Escritos”, p. 39). Não é bíblico, nada assim aparece na Escritura.

Pelo que vimos suas predições não se cumpriram e as que restam não se cumprirão. Uma das maiores profecias que eles esperam ocorrer é que todas as igrejas evangélicas se unirão com o catolicismo a guardar no domingo e persegui-los-emos por guardar o sábado. Mas ficarão desapontados como seus antepassados ao ver que todo este enredo de doutrinas demoníacas e profecias frustradas que eles defendem não se cumprirão e seus erros sejam descobertos. Aí descobrirão que viveram em outro evangelho, legalista e numa justificação pela fé submergida nas obras da lei e não na Salvação por pura graça e só por graça.

Com o passar dos anos e depois do escândalo de 1980, a Fundação White mudou e reeditou a maioria dos escritos de Ellen G. White . Isto tornará mais difícil para as gerações futuras de seus membros descobrir o plágio e o engano em que viveram. Numa mentira branca. Eliminaram-lhe parágrafos, editaram capítulos e trataram de esconder todo vestígio de roubo literário. Inclusive, muitos de seus ministros desconhecem tudo isto. Graças a Deus que há muitas edições anteriores espalhadas no mundo que ficarão como testemunhas de toda esta falsidade. Oxalá, cheguem a mãos que possam utilizá-los para desmascarar o erro. Compare as três versões que existem de “O Conflito dos Séculos” e verá que não são as mesmas. A versão em castelhano até agregaram-lhe um capitulo sobre a reforma na Espanha utilizando argumentos pouco sólidos para justificar isto. O mesmo ocorre com quase todos os escritos de Ellen G. White. Inclusive um deles que fala da Vida de Paulo (é 100% plágio) foi eliminado e retirado de circulação pela abundante evidência do roubo.

Muitos foram os supostos anjos que apareceram a Ellen G. White para lhe ensinar o conhecimento bíblico e futuro que ela pretendia possuir. Num de seus livros, “Primeiros Escritos”, onde houve maior encontro com anjos, há um capítulo intitulado “O Plano de Salvação”. Ao ser lido, pode-se notar que não se faz a menor referência à justificação pela fé nem à salvação por pura graça, sem as obras da Lei (Efésios 2:8-9). Pelo contrário, até contém disparates como o que os anjos queriam morrer pelo homem para o salvar. Nada disso aparece na Bíblia. O anjo ou os anjos que apareceram a Ellen G. White não estavam muito interessados em que as pessoas conhecessem o Evangelho. Muito pelo contrário, só mostraram que as igrejas evangélicas são o Falso Profeta e ser salvo significava ser adventista, guardar a lei, respeitar o sábado e submeter-se a uma dieta especial para passar a tribulação. É preciso ver como entre os adventistas se ensina que o que come carne terá dificuldades para suportar a tribulação. Isto envia a mensagem implícita de que aquele come carne perecerá. Ao confrontar a vários adventistas com este argumento negam categoricamente que isto seja verdadeiro. Mas quando se lê cuidadosamente o livro “Conselhos Sobre o Regime Alimentar”, constata-se que este conceito do comer carne e o tempo do fim está delineado claramente na teologia de Ellen G. White.

Um dado curioso é que quando você estuda a Bíblia nota que todos os profetas, tanto do antigo como do novo testamento, realizaram milagres como prova que o Espírito de Deus estava sobre eles. Não há registro de um milagre que seja realizado através de Ellen G. White.

A história demonstrou que todo movimento que tenha a Bíblia e algo mais é perigoso e aparta o crente do verdadeiro caminho. Ao confrontar os adventistas com este assunto da autoridade das Sagradas Escrituras vêem-se perdidos em sua defesa. Tratam então de mudar o tema e começam a bombardear-nos com temas como o sábado, a morte, as línguas do Espírito (assim lhe chamam às línguas do Espírito Santo em tom de zombaria) e a marca da besta “o domingo segundo sua interpretação distorcida da Bíblia”. Sabem por que? Porque o ministério profético de Ellen G. White não PASSA NA PROVA BIBLICA DOS PROFETAS NEM NA EVIDÊNCIA DOCUMENTADA DE SEU PLÁGIO. Ao se desmascara a falsidade de sua profetisa todas as suas demais doutrinas cambaleiam. Não é de nos estranhar, têm sua origem nos Escritos de Ellen G. White e suas visões, acomodando versículos da Bíblia, igualmente fizeram as Testemunhas de Jeová e os Mórmons. Os três grupos, Adventistas do Sétimo Dia, Testemunhas de Jeová e os Mórmons são muito parecidos. Sobretudo, têm a Bíblia e algo mais. Seriam ignorantes sem seus pseudo profetas. Por isso, não podem ser chamados evangélicos. Não promovem o evangelho, mas OUTRO EVANGELHO. Diferentemente do que aparece no Novo Testamento pregado pelos apóstolos. A Bíblia nos demonstra que devemos ser cuidadosos com todo aquele que nos apresente a Palavra de Deus e algo mais. É esse algo mais o que sempre tem problemas com as Escrituras. São dois os recursos que Ellen G. White pode utilizar para seus escritos. O PLÁGIO E A INFLUÊNCIA DAS FORÇAS DAS TREVAS. Ellen G. White cai perfeitamente no grupo dos FALSOS PROFETAS (Deuteronômio 18: 20-22; 1 João 4:1, 1Timóteo 4:1; Mateus 24:24)

O poder e a influência que têm os escritos de Ellen G. White no Adventismo do Sétimo Dia obriga aos evangélicos a descartá-los como Cristãos Evangélicos. Ainda que às vezes tratem de nos seduzir com suas doutrinas enfeitando-as de mensagens sobre justificação pela fé e por graça, a verdade é que no coração desta seita só tem validade a teologia e interpretação das Escrituras sob a lupa e opinião final dos escritos de Ellen G. White. Afastar-se disto é ser expulso da seita como aconteceu a muitos. O Senhor Jesus nos alerta para que não nos deixemos levar por todo vento de doutrina. Outra tentativa dos Adventistas do Sétimo Dia em provar que são mais uma igreja evangélica é o de mencionar o livro que escreveu o Dr. Walter Martin, “A Verdade do Adventismo”, e os escritos de Donald Grey Barnhouse. O Dr. Martin confessou ter sido enganado por estes, quem utilizaram fortes somas de dinheiro para o convencer a escrever este livro em favor da seita. O Dr. Martin, já em seus últimos anos reconheceu, ante o povo evangélico, seu mea culpa (“Pirates of Privilegie”, dezembro. 1984). Já idoso reconheceu que o Adventismo do Sétimo Dia é uma seita e outro evangelho.

Mas, amigo leitor, nós como evangélicos sabemos que é mais seguro crer na Bíblia e na Bíblia somente. A Bíblia é a verdadeira fonte de autoridade para o crente. A Bíblia é suficiente para o cristão. Não precisamos de outros livros nem de outra autoridade. Por esse princípio de Só a Bíblia, muitos deram suas vidas. Hoje cabe a nós, os evangélicos, defender a Fé que foi dada aos Santos. POR ISSO SOU EVANGÉLICO!

Adaptado de Pedro J. de Jesús.

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